TRE-PE inaugura novo Fórum de Limoeiro.

    O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) inaugurou, nesta terça-feira (4/9), o novo Fórum Eleitoral de Limoeiro. Localizado no bairro do Mutirão, o fórum trará mais conforto e agilidade para eleitores e servidores. Com a presença de desembargadores do TRE-PE e do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), além de juízes, secretários do TRE-PE e demais servidores, a solenidade de inauguração foi marcada pela emoção da homenagem ao desembargador Roberto Ferreira Lins, que dá nome ao prédio.

O magistrado, falecido em 2016, foi presidente do TRE-PE de 18 de março de 2009 a 18 de março de 2011. Após o hasteamento das bandeiras do Brasil, de Pernambuco e de Limoeiro ao som do Hino Nacional, coube ao atual presidente do TRE-PE, desembargador Luiz Carlos Figueirêdo, as primeiras palavras em memória do colega e amigo, com quem conviveu desde criança. "Estudamos juntos no Ginasial, fizemos vestibular, faculdade e advogamos na mesma época. Também passamos no mesmo concurso para juiz.

Todos os nossos momentos, tristes ou alegres, eram compartilhados. Em qualquer situação, nós sabíamos que podíamos contar um com o outro", disse o presidente, emocionado. Filha do desembargador Roberto Lins e servidora da Secretaria de Controle Interno (SCI) do TRE-PE, Roberta Lins falou em memória do pai e acrescentou ainda mais emoção àquele momento. "Ele tinha objetivos na vida e alcançou vários deles.

 Tenho certeza que ele está feliz agora e, se estivesse aqui fisicamente, certamente diria 'obrigado, amigos'", disse Roberta, dirigindo-se aos desembargadores Luiz Carlos Figueirêdo, Agenor Ferreira de Lima Filho e Antônio Carlos Alves da Silva. Este último presidiu o TRE-PE no biênio 2015/2016 e foi o autor da ideia de batizar o Fórum com o nome de um desembargador tão querido por todos. Após os discursos, a placa foi descerrada.

 Da família do homenageado, além de Roberta, estavam a viúva Edgene Lins e sua irmã Ava Maria. Também estavam presentes os desembargadores Gabriel Cavalcanti, Stênio Neiva e Humberto Vasconcelos, além do juiz da comarca, Enrico Duarte Oliveira, e o promotor, Francisco Santos Junior. Já a Prefeitura foi representada pela procuradora municipal, Angélica Vila Nova.

 A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por sua vez, se fez presente através de Taciana Magalhães e Marcelo Lapenda. A construção do Fórum, um prédio conta com 930,67 metros quadrados de área construída num terreno que mede 2.801,65 m², é produto da iniciativa de vários desembargadores. Mesmo antes das obras, já havia ações no sentido de desenvolver a região. A criação do chamado Polo 16 aconteceu em 2004 na gestão do desembargador Antônio Camorotti. Quatro anos depois, sob o comando do desembargador Jovaldo Nunes, a Justiça Eleitoral do Estado conseguiu a doação do terreno, feita pela Prefeitura Municipal.

 O projeto de construção do Fórum foi concebido na gestão do desembargador Ricardo Paes Barreto, em 2012. Em 2013 e 2014, aconteceu a implantação da primeira etapa, nas gestões do desembargadores José Fernandes de Lemos e Fausto Campos.

 A segunda etapa teve início em 2017, quando o presidente do TRE-PE era o desembargador Antônio Carlos Alves da Silva. O novo fórum reunirá o cartório eleitoral de Limoeiro e suas abrangências, o Núcleo de Treinamento do Polo e as salas de manutenção, de carga e de preparação das urnas eletrônicas.

Ao todo serão 4 cartórios dentro do novo Fórum e 8 municípios beneficiados, centralizando os serviços dentro do Polo e melhorando a eficiência e eficácia dos serviços oferecidos. Antes da conclusão do fórum, o cartório eleitoral de Limoeiro ocupava instalações precárias no Fórum de Justiça do município e as urnas eletrônicas que compõem o Polo 16 ficavam armazenadas em imóvel locado, precariamente adequado às necessidades mínimas para armazenamento e realização dos trabalhos com a urna eletrônica.

O investimento na construção da nova unidade foi de R$ 2.959.127,58. O novo prédio proporcionará, além da solução dos inúmeros problemas causados pela falta de estrutura local, a centralização das unidades, a melhoria das condições de armazenamento das urnas eletrônicas e das condições ambientais e de trabalho. A população será melhor atendida porque a nova infraestrutura, além de mais moderna e eficiente, conta com condições de acessibilidade de acordo com as devidas normas legais.
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