Caruaru e Abreu e Lima: recomendação visa maior eficiência na fiscalização dos contratos para fornecimento de refeições em unidades da Funase.

  Por meio da Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania da Capital, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou à Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) fiscalizar de uma forma melhor os contratos firmados com as empresas Apoena Comércio de Alimentos Ltda e MCP Refeições Ltda (Nutrihouse).

De acordo com a recomendação, expedida pela promotora de Justiça Lucila Varejão Dias Martins, a suposta ausência ou deficiência do acompanhamento do fornecimento de refeições se deve nos Centros de Atendimento Socioeducativo (Case) Caruaru e Abreu e Lima, e na Casa de Semiliberdade (Casem) e Centro de Internação Provisória (Cenip) de Caruaru.

A promotora de Justiça ressaltou, no texto da recomendação, que a diretora-presidente da Funase, Nadja Maria Alencar, afirmou que os coordenadores administrativos fazem o controle quantitativo e qualitativo de oferta de alimentos nas unidades vistoriadas, e que o quadro de nutricionistas do órgão é reduzido, mas que as vistorias são feitas sem um informe acerca da escala de visitas.

O MPPE fixou um prazo de 20 dias úteis para que a Funase informe a Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania da Capital as providências que foram adotadas para atender à recomendação.

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