Alunos da Rede Municipal de Garanhuns aprendem a combater corrupção e sonegação fiscal.

    O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania de Garanhuns, realizou visita à Escola Municipal Artur Brasiliense Maia apresentando aos estudantes do ensino fundamental e médio o projeto Educação Contra a Corrupção e a Sonegação, dando continuidade à ação iniciada no primeiro semestre.

O objetivo principal da ação é levar às crianças e adolescentes noções sobre atitudes erradas que, aparentemente, podem não parecer corrupção, ressaltando que não basta ser somente um bom aluno, com boas notas, mas também um bom cidadão, com honestidade e boas atitudes.


 Com o objetivo de beneficiar cerca de 800 estudantes, a ação irá circular por seis escolas da Rede Municipal de Ensino de Garanhuns. “Essa parceria com a Secretaria de Educação traz a reflexão sobre o papel da educação com ética e do combate à corrupção.

O que tivemos aqui foi uma verdadeira aula com os estudantes. Eles manifestaram muito interesse, senso crítico e disponibilidade para entender, mesmo sendo crianças de 9 a 11 anos. Quero parabenizar a escola e os professores que transformam esse ambiente em um local propício para expressão. São crianças com um bom nível de informação, o que nos deixa esperançosos na construção de uma sociedade cada dia melhor”, enfatizou o promotor de Justiça responsável pela ação, Domingos Sávio.

 No início do mês de julho, foi realizada uma formação com professores e coordenadores das instituições, para que sejam criados projetos com a temática. Durante todo o ano letivo, os alunos irão trabalhar o combate à corrupção e apresentarão os trabalhos desenvolvidos ao final de cada disciplina.

“Nossa ideia central é apresentarmos a mensagem de combate à corrupção e à sonegação, de acordo com a vivência de cada uma das crianças nas suas escolas e em suas casas. Com certeza, agora elas entendem o que significam as pequenas corrupções e como esses comportamentos são a porta para outras condutas erradas”, disse o promotor de Justiça e coordenador do Centro Operacional de Apoio às Promotorias de Defesa do Direito Humano à Educação (Caop Educação), Sérgio Souto.
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