EREM José Vilela realiza mais uma edição da Jornada de Pesquisa.

  Na última terça-feira (19), a Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) José Vilela, localizada no bairro de Casa Forte, realizou a nona edição da Jornada de Pesquisa. Com o tema central Patrimônio Pernambucano: história, cultura, ciência e natureza, cerca de 30 trabalhos de temas variados foram apresentados pelos estudantes. A jornada é fruto da culminância da disciplina eletiva de metodologia de pesquisa.

 O evento teve o objetivo de proporcionar o desenvolvimento das competências e habilidades próprias dos estudantes pesquisadores, sobretudo, apresentar conceitos relacionados à metodologia da pesquisa científica. O Espaço Ciência, Projeto Tamar, O Marco Zero e História do Morro da Conceição, foram alguns dos temas abordados pelos estudantes durante o encontro. Para a estudante Sabrina Victória, que apresentou o trabalho sobre o Forte das Cinco Pontas, a Jornada de Pesquisa deu a oportunidade de conhecer melhor o local.

 “Escolhi abordar esse tema pelo enorme interesse que eu tinha de conhecer melhor um dos patrimônios históricos da minha cidade. Já tinha visitado lá, mas na época o local não estava prestes a se tornar patrimônio da UNESCO”, comenta. “A Jornada de Pesquisa para mim foi uma experiência extraordinária. Contribuiu muito, desde o primeiro ano, na minha formação acadêmica, no sentido em que aprendi a organizar as minhas ideias para a elaboração e a realização das variadas etapas de um projeto de pesquisa. Além disso, contribuiu para o meu desenvolvimento em questão de oralidade, controle inibitório e emocional”, finaliza.

 Na ocasião, a doutoranda em oceanografia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Aurinete Negromonte, ministrou a palestra de abertura da jornada sobre a temática Ciência e Sociedade, e a também doutoranda em oceanografia pela UFPE, Mariana Ribeiro, ministrou uma palestra sobre o tema Saberes Locais e Ensino de Ciências: que relação é essa?. Além da palestra, as duas fizeram parte da banca examinadora ao lado dos professores Jacquelaine Santos; Marta Pastor; Marciano André; Roselia Dinoah; Adalia Bacalhau; Jonata Arruda; Miscilane Pereira; Socorro Matos e o aluno egresso Jamiel Patrick.

 “Esse evento me propôs trabalhar um tema de importância sociocultural. Desse modo, como pesquisador desse evento, resolvi abordar o tema Brega: como principal manifestação artística popular de Recife. No projeto, apresentei o valor cultural de uma manifestação periférica que vem crescendo cada vez mais entre o público jovem, porém, sofre fortes críticas ditas como cultura de baixo valor”, explica o estudante William Batista.
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