Festividades em Água Preta devem ser suspensas devido ao atraso no salário de servidores.

  Com o objetivo de garantir o pagamento dos servidores do município de Água Preta, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou ao prefeito Eduardo de Oliveira, ao procurador do município, Yul Aristóteles de Melo, e ao procurador-adjunto, Ody de Melo Mendes, que não realizem gastos com festejos carnavalescos, especialmente festas e shows, considerando o não pagamento da folha de pagamento de salários do mês de dezembro de 2016. Nesta sexta-feira (9), foi ajuizada uma ação civil pública pelo MPPE para suspensão dos festejos carnavalescos na cidade.

Além de notícias que apontam gastos com tais festas, há preparativos em plena via pública e a designação de pregão presencial para 7 de fevereiro de 2018, com o objetivo de contratar a estrutura de palco e congêneres, em vez de ajustar os salários referentes ao mês de dezembro de 2016. Realizar gastos com festas de qualquer tipo em detrimento do pagamento da folha salarial dos servidores tem o potencial de violar o princípio da moralidade.

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