Testes funcionais ganham ênfase em 2018.

   Uma das novidades na bateria de testes deste ano durante a reapresentação dos atletas do Sport Club do Recife foi a valorização dos treinamentos funcionais. Desde 2008 que esse tipo de exercício vem ganhando destaque na programação de treinos leonina. Em 2018, ainda na volta aos treinos no início da temporada, ele ganhou mais destaque na grade de trabalho elaborada pela comissão técnica rubro-negra.

 De 2008 para cá os setores de fisiologia e fisioterapia adquiriram novo maquinário que facilitou a elaboração dos testes. Segundo o preparador físico do Leão, Victor Hugo, os departamentos foram evoluindo assim como as formas dos exercícios. “Em 2008 começamos com o Core que surtiu um efeito de imediato.

Demos continuidade tanto que em 2009, nos três primeiros meses de treinamento, já com o Core em pleno vapor, não tivemos nenhuma lesão entre os atletas. Por sinal o ano de 2009 foi marcado por pouquíssimas lesões, mesmo nós estarmos disputado várias competições paralelas. O investimento feito pelo Clube na aquisição de novos materiais de trabalho, muitos específicos para a realização do Core ajudou muito”, relembrou Victor.

 O “pulo do gato” foi dado 2015. Com a junção dos departamentos de fisiologia, fisioterapia e preparação física, o acompanhamento dos atletas ficou mais concentrado e as avaliações funcionais ficaram muito mais individualizadas. “Com essa união conseguimos identificar mais rapidamente a necessidade física de cada atleta.

Os desequilíbrios, quando existiam, eram monitorados com mais precisão e, com isso, a recuperação ficou mais rápida”, comentou Victor Hugo. Os testes funcionais servem para avaliar e, acima de tudo, prevenir futuras lesões. É montando um circuito indoor onde os atletas realizam vários testes. São exercícios de curta duração, em medida de 10 a 15 minutos, onde se trabalha todo um conjunto de músculos. “No trabalho funcional damos ênfase ao movimento e não apenas a força.

Deixamos de trabalhar um músculo específico para lidarmos praticamente com todo o corpo. Claro que se houver necessidade de um atleta treinar especificamente o bíceps, por exemplo, nos também o faremos. Mas o funcional ele abrange mais regiões musculares”, falou Hugo.


Trabalho serve para evitar futuras lesões ao longo da temporada.
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