MPPE discute fraudes e roubo de combustíveis com representantes do setor.

  O procurador-geral de Justiça de Pernambuco, Francisco Dirceu Barros, recebeu, na terça-feira (12), representantes de distribuidoras e postos de combustível para tratar de soluções para combater os crimes que assolam o setor em Pernambuco: roubo de cargas, adulteração de combustíveis, fraudes e outros problemas que têm se avolumado no Estado nos últimos anos.

O encontro aconteceu na sala de reuniões da Procuradoria Geral de Justiça, na sede do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), no bairro de Santo Antônio, na região central do Recife. Além do procurador-geral de Justiça, representaram o MPPE o chefe de Gabinete, o promotor de Justiça Paulo Augusto Oliveira, os coordenadores dos Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Defesa da Cidadania, a promotora de Justiça Liliane Fonseca, e Criminal, o promotor de Justiça Luiz Sávio Loureiro, além do integrante do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o promotor de Justiça Frederico Magalhães. Pelo lado do setor de combustíveis, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis), Alfredo Pinheiro Ramos, e seu colega do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom-PE), Giovanni Brito.

 Ainda estiveram presentes o deputado estadual Antônio Moraes e o representante da Procuradoria Geral do Estado, o procurador-chefe da Fazenda Estadual, Leonardo Guimarães Freire. Durante a reunião, os representantes do setor de combustíveis apresentaram dados sobre o crescimento no número de ocorrências de roubo de cargas de combustível e de alternativas baseadas em legislação vigente em outros Estados para coibir a ação do crime organizado. As informações servirão de base para a elaboração de expedientes por parte do MPPE para combater essa face do crime organizado no Estado.

“O primordial é que nós tenhamos esse compartilhamento de informações, principalmente os setores de inteligência. Por isso, estamos reforçando o Gaeco e o Núcleo de Inteligência. Outra questão é punir os receptadores”, destacou o procurador-geral de Justiça. “Para acabar com essa cadeia criminosa, a punição tem que se estender a quem revende combustível roubado”, complementou o integrante do Gaeco. O presidente do Sindicombustíveis, Alfredo Pinheiro Ramos, solicitou apoio ao MPPE para avançar na questão legislativa. “Precisamos de uma legislação mais rigorosa”, enfatizou.
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