Estudantes da Rede premiados em concurso de redação.

   O Tribunal de Contas do Estado (TCE), através do Programa TCEndo Cidadania, da Escola de Contas Pública Professor Barreto Guimarães (ECPBG), promoveu a segunda edição do Concurso de Redação. Com base no tema “Qual o papel da sociedade na construção de um Brasil livre da corrupção?”, 182 estudantes matriculados no Ensino Médio das escolas públicas do Estado de Pernambuco se inscreveram e elaboraram textos. Nesta segunda-feira (04), o TCE está visitando as escolas para premiar os estudantes da Rede que ficaram nos três primeiros lugares. O objetivo do certame é estimular o interesse pelas temáticas relacionadas ao controle social e cidadania, através de debates críticos entre os estudantes, trazendo a reflexão desses temas para os ambientes educacionais. Para isso, os trabalhos foram divididos em duas categorias: Redação e Escola Amiga da Cidadania.

Os três autores das melhores redações, assim como os professores responsáveis pela orientação dos mesmos, serão premiados e as escolas receberão um certificado de reconhecimento emitido pela ECPBG. Na categoria “Escola Amiga da Cidadania”, a unidade de ensino que apresentar o melhor trabalho receberá um notebook e um certificado. Júlio Cesar, de 17 anos, ganhou em primeiro lugar na categoria Redação. Ele é estudante da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Trajano de Mendonça, localizada no bairro de Jardim São Paulo, no Recife, e falou do papel de cada indivíduo na luta contra a corrupção.

“Somos levados a acreditar que só os políticos são corruptos, mas cada um deve observar as atitudes do dia a dia para identificar pequenos sinais da corrupção”, comentou. “Eu gosto de escrever e tenho o costume de criar histórias mais voltadas para ficção, com esse prêmio eu vi que também posso ser bom em outras formas de textos, como o argumentativo. Fiquei muito feliz e, em parte, eu nem esperava”, expressou o estudante do terceiro ano. Maria Clara, da EREM Aníbal Falcão, localizada no bairro de Tejipió, compartilha da mesma ideia.

Para a jovem, a corrupção não é exclusividade de quem está na administração de grandes empresas e instituições públicas. “Olhar para si antes de apontar o dedo e acusar alguém é uma das formas de diminuir a corrupção. Uma outra forma seria prestar atenção em quem pratica atitudes ilícitas e quando chegar a eleição, votar em quem não tem envolvimento algum”, contou a estudante do terceiro ano, também de 17 anos.
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