Escolas Técnicas Estaduais da capital e do sertão realizam intercâmbio.

  Estudantes de Recife vão a Carnaíba, no sertão do Pajeú, para uma troca de experiências culturais e educacionais durante dois dias.

 Pelo terceiro ano consecutivo, as Escolas Técnicas Estaduais (ETEs) Cícero Dias/Nave, do Recife, e Professor Paulo Freire, situada em Carnaíba, no sertão do Pajeú, promovem um intercâmbio intitulado “Tecnologia do cais ao sertão”. O encontro acontece nesta terça (12) e quarta-feira (13) na escola do interior e tem o objetivo de promover um momento de troca cultural e educacional, mergulhando no universo sertanejo e resgatando nuances próprias do local, bem como contribuir com construções pioneiras a partir das experiências exitosas entre ambas as unidades de ensino. Os dois encontros anteriores foram realizados na capital. Esta edição acontece em Carnaíba e terá uma programação composta por 16 horas de integração, oficinas e diálogos entre os educandos e educadores.

 Participam 45 estudantes da ETE Cícero Dias/NAVE Recife, coordenados por quatro professores da escola, além dos 350 estudantes da ETE Carnaíba. Dentre as atividades programadas estão Oficina de Robótica, Workshop de criação e customização de Toyarts em papel, Oficina de Fotografia com Celular, Oficina de vídeo lowtech, Roteiro para desenvolvimento de projetos, Programação para Garotas e Oficina de Holograma. Para Cecília Patriota, gestora da Gerência Regional de Educação (GRE) do Sertão Alto Pajeú, essa é uma ótima chance para incrementar a aprendizagem dos jovens. “Toda oportunidade de troca de informações entre nossos estudantes e professores é muito válida.

É importante estarmos atentos às inovações e às experiências de sucesso, especialmente dentro de nossos quadros da rede estadual de ensino. Isso favorece o aprendizado e faz com os nossos jovens possam conhecer uma realidade diversa da deles”. O gestor da ETE Professor Paulo Freire, Antônio de Lisboa, enxerga uma pedagogia diferenciada neste tipo de ação. “É muito interessante esse encontro porque proporciona uma pedagogia com educação interdimensional e estimula o protagonismo juvenil. São atividades onde os professores apenas acompanham e os jovens é que trazem um novo aporte de maneira participativa, promovendo a integração do cais com o sertão”.
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