Pedagoga por amor e vocação.

No Dia Nacional do Pedagogo, vamos conhecer um pouco da história profissional de Valéria Oliveira

Instituída em 2010, através do decreto de lei nº 7.264, a data 20 de maio é considerada como o Dia Nacional do Pedagogo. O termo pedagogia tem origem no grego antigo, paidagogós, composto por paidos (criança) e gogía (conduzir ou acompanhar), trazendo a ideia de que pedagogo seria, ao pé da letra, aquele que tem a função de conduzir, o mestre guia. A data é uma oportunidade para discutir o papel do profissional que pode atuar em ambiente escolar e não escolar, na promoção da aprendizagem de sujeitos em diferentes fases de desenvolvimento humano, em diversos níveis e modalidades do processo educativo.

Neste Dia Nacional do Pedagogo, a Secretaria de Educação do Estado (SEE) homenageia a todos os profissionais da área contando a história de amor e encanto de Valéria Oliveira pela sua profissão. Valéria é pedagoga formada há 12 anos e é apaixonada pelo trabalho que realiza na Unidade de Desenvolvimento de Ensino (UDE), da Gerência Regional de Educação (GRE) Metropolitana Norte.

Antes mesmo de escolher o curso de graduação, Valéria já sabia que queria trabalhar com pessoas. O desejo de poder contribuir na vida das pessoas fez com que ela optasse por pedagogia. Durante o curso, estagiou em alguns locais e, através das funções que desempenhava, pode sentir que era aquilo mesmo que ela queria para o resto da vida. “Me ver ajudando as pessoas através de projetos que eu ajudava a elaborar me deixava muito feliz. Durante os estágios tive a oportunidade de planejar campanhas de conscientização, atuar na área de educação infantil, de criar projetos para melhorar o desempenho das pessoas em determinadas áreas e isso me estimulava a fazer mais”, comenta Valéria.

Ainda hoje, esse amor não diminuiu. A pedagoga trabalha na UDE da GRE Metropolitana Norte planejando projetos para as escolas da regional. Seu trabalho é analisar o rendimento dos estudantes e a didática dos professores, avaliar o desempenho escolar de modo geral, estudar meios de melhorar o processo de aprendizagem, criar projetos e buscar maneiras de facilitar a educação. “O que me motiva é poder ajudar para o crescimento pessoal e acadêmico das pessoas. Poder contribuir, de qualquer forma, é o que me motiva”, confessa.

Valéria divide seu tempo entre o trabalho, maternidade e mestrado. Com a rotina apertada, organiza seus horários para se dedicar a todos os compromissos. Quando questionada se aplica na educação das filhas as práticas pedagógicas, Valéria rir e diz que nem sempre é possível adaptar. “Sempre estimulei as meninas, uma de 3 e outra de 8 anos, a criarem autonomia intelectual. Hoje, a mais velha consegue estudar sozinha, por exemplo. Ainda que depois eu vá lá conferir e validar o trabalho, ela já criou certa independência e senso de responsabilidade” comenta. E ainda finaliza: “Tem momentos em que sou a pedagoga e outros em que sou só mãe, tento ser um pouco de cada e praticar em casa para poder afirmar com base nos resultados obtidos”, arremata.

O PATRONO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA - Paulo Reglus Neves Freire nascido em 19 de setembro de 1921, no Recife, foi educador, pedagogo e filósofo brasileiro. Ele é considerado um dos pensadores mais notáveis na pedagogia mundial e é também o patrono da educação brasileira. De acordo com suas ideias, a alfabetização de adultos deve estar diretamente relacionada ao cotidiano do trabalhador. Desta forma, o adulto deve conhecer sua realidade para poder inserir-se de forma crítica e atuante na vida social e política, sendo assim, o agente do seu momento histórico.Em sua obra mais conhecida, A Pedagogia do Oprimido, o educador propõe um novo modelo de ensino, um método de alfabetização dialético, ou seja, estabelecendo uma dinâmica menos vertical entre professores e alunos. Para ele a educação deve ser, antes de tudo, um instrumento para a libertação e emancipação das pessoas e, em decorrência disso, um instrumento de mudança da sociedade."Por isso a alfabetização não pode ser feita de cima para baixo, como uma dádiva ou uma imposição, mas de dentro para fora, pelo próprio analfabeto e apenas com a colaboração do educador".




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