DONA DO MAIOR CABARÉ DO PIAUÍ, E COM FILIAL EM FORTALEZA, BETH CUSCUZ REVELA: “VOU ASSUMIR O BRASIL. DE CABARÉ, EU ENTENDO”

Vi essa postagem no face e não há como segurar o riso. Aqui é prá rir, sim. Passado esse momento de descontração e a coisa ‘é prá chorar’, afinal quem mais perde com isso tudo somos nós: privados já do que nem temos: emprego e saúde e segurança… Voltemos ao cabaré. A palavra, em si, tomou (indevidamente) a acepção de ambiente desorganizado e sem dono. Todo mundo mandando e desmandando. Se Beth Cuscuz se expande, não é bem assim! Mas, e o Brasil, é ou não um cabaré? Beth Cuscuz assumindo nos desonraria tanto quanto nos têm desonrados nossos ‘honorabilis’ mandatários? Analisemos no sentido próprio, da carne — não a carne da JBS, que tem provocado um mal-estar na classe política. Disenteria geral, hein Temer?! Debrucemo-nos em alguns fatos: a orgia do dinheiro público. Alberto Yousseff (em delação) afirmou que dinheiro desviado da Petrobras foi usado para pagar serviços de prostituição com ‘famosas’ da tv. “Monik”, dispensa apresentação; já o “artigo 162”, planilha apreendida, se referia ao endereço de uma Cafetina conhecida como “Jô” (concorrente de Beth), que agenciava os programas para os dirigentes da Petrobras e políticos. Nenhum programa saía por menos de R$ 20 mil, eles (os políticos) que pagavam gozando e rindo da nossa cara. É cabaré, isso aqui? Dinheiro na cueca, lembram? Foi o que fez o assessor do deputado petista José Guimarães (CE), flagrado com US$ 100 mil quando viajava para o estado natal. Coitado do pinto (espremido)! Sei não, viu! Muito dinheiro! Acho que houve invasão de fronteira. “Quem quer dinheiro?!”, Sílvio Santos. É ou não, cabaré? E a senadora de olhos verdes, de cognome “Amante”? Uh, quão sugestivo para o assunto em pauta, não! Mas foi isso mesmo. Em delação — essa palavra pegou de um jeito, e logo vai entrar no Guinness Book como a palavra mais amada (ou não) dos brasileiros —, em delação dizia, o ex-vereador petista Alexandre Romano trouxe à tona seu casinho de amor com a senadora: “Era sexo selvagem. Ela me arranhava todo. Vinhos e champanhes finíssimos. Fizemos um tour pelo mundo, e nos melhores hotéis e resorts”. Sêmen, suor e risos. À custa de quem? Detalhe: o ex-vereador era muito ligado ao ‘sócio’. Não duvido que tenha rolado um “Ménage à trois”. E por que não? Enquanto isso, o contribuinte brasileiro (pagador da festinha) nem pode pensar em sair do convencional. É em casa mesmo! Finalmente, não podemos deixar de mencionar a figura do metrossexual Joesley Safadão: se deu bem à beça. Cabaré, sim, o Brasil! Vem, Beth Cuscuz, assume!.



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